“... Quando é, pois, que a alma atinge a verdade? Vemos dum lado que, quando ela deseja investigar com a ajuda do corpo, qualquer questão que seja, o corpo, é claro, a engana radicalmente.” Sócrates, no “FÉNDON”.
dar a devida e toda consistência,
deixar de lado tudo o que se sente,
não se lembrar da própria existência...
Fechar o ouvido, a voz ficar silente,
impor à carne dura reticência,
e ficar cego às coisas vãs presentes,
deixando livre e pura a inteligência...
E penetrar no mundo do fascínio,
no vasto reino da Filosofia,
nas largas trilhas do raciocínio,
de conviver com a Sabedoria,
sentindo perto a flama da Verdade.
Recife, 06/11/64
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