um mandarim do místico oriente,
palácio d’oiro, leito aveludado
seria o “sonho do bardo vidente”.
mil bailarinas de tranças pendentes
às costas nuas, em febril bailado,
no chão de opala, lindo reluzente...
Todos desejos deste poemeto:
Palácios, jóias, toda pedraria...
Mas, ai, maninha! (sonho obsoleto!)
Dar-te-ei somente minha fantasia
das linhas tíbias deste meu soneto.
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